Em 5 se setembro de 1946, na ilha Zanzibar, nasceu Farokh Bommi Bulsara. Seus pais, Bomi Busarae Jer Bulsara, eram indianos de etnia persa. Pelo fato de seu pai ter sido um diplomata britânico, Freddie frequentou um internato em Bombaim, Índia, foi na escola que ele começou a ser chamado de “Freddie”. Ele tinha 18 anos quando a família voltou para a Inglaterra.
Passou a frequentar o Earling College of Art, onde entre seus amigos estavam Pete Townshend do The Who, Ron Wood do The Faces e dos Rolling Stones, e Roger Ruskin Spear do The Bonzo Dog Doo Dah Band. Lá diplomou-se em Design Gráfico e Artístico. Freddie era conhecido como um aluno exemplar e muito quieto. Tinha uma personalidade bastante introspectiva. Quase todos os alunos da Escola de Arte daquela época pareciam dotados de grande sensibilidade musical, e Freddie despetou para as possibilidades da música pop.
Foi nas suas primeiras bandas – Sour Milk Sea e Wreckage – que Freddie começou a desemvolver composição e sua personalidade no palco. Ele se rebatizou Mercury,conforme a Mitologiandos Deuses – Mercúrio,deus mensageiro – provavelmente sentia que havia alguma mensagem para alguém em algum lugar.

Na faculdade, ele conheceu o baixista Tim Staffell. Tim tinha uma banda na faculdade chamada Smile, que tinha Brian May como guitarrista e Roger Taylor como baterista, e levou Freddie para participar dos ensaios. Apesar de May querer continuar com seus estudos, o plano de Freddie era simples, combinar o som pesado do Led Zeppelin com um novo visual mais suave.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. “Vamos chamar o grupo de QUEEN?” disse Freddie. Ousadia + sensibilidade pop = SUCESSO. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual) e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música Love of My Life, de acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de Banda, sendo Mary acima de tudo o verdeiro amor dele. Inclusive a casa de Freddie, em Londres, é dela.
Em abril de 1970, Tim deixa o grupo e Freddie acaba ficando como vocalista da banda que passa a se chamar Queen. “Vamos chamar o grupo de QUEEN?” disse Freddie. Ousadia + sensibilidade pop = SUCESSO. Ainda em 1970, ele conheceu Mary Austin, com quem viveu por cinco anos. Foi com ela que assumiu sua orientação sexual (Freddie era bissexual) e os dois mantiveram forte amizade até o fim de sua vida. Mary inspirou Freddie na música Love of My Life, de acordo com declaração do cantor e de seus companheiros de Banda, sendo Mary acima de tudo o verdeiro amor dele. Inclusive a casa de Freddie, em Londres, é dela.
Freddie Mercury assumiu com raro talento e energia a dianteira do Queen. Ele deu ao rock´n´roll uma dose extra de realeza e dramaticidade teatral, e foi além disso: com sua bela voz potente e a presença contagiante de um autêntico showman, Freddie Mercury ao lado dos amigos, Brian May, Roger Taylor e John Deacon conquistaram um lugar não só história do Rock, mas no coração de milhares de fãs ao redor do mundo.
O Queen foi umas das bandas de rock mais famosas e aclamadas pelo mundo. Considerado como um dos pilares do Heavy Metal, o Queen conquistou o mundo com uma fórmula misturando a agressividade do Hard Rock com o lirismo da ópera, além de uma dose exata de romantismo e sofisticação.
No Queen, o vocalista Freddie Mercury gravou álbuns clássicos, como o sofisticado A Night At The Opera, o incrível A Day Of Races, o poderoso News Of The World, além do ábum de estréia Queen, seu sucessor Queen II, Sheer Heart Attack, Jazz, The Game, The Works, The Miracle, A Kind Of Magic e seu belíssimo álbum de despedida Innuendo, entre outros aclamados por fãs do mundo todo.
Além do seu sucesso espetacular com o Queen, ele teve trabalhos solos de grande sucesso. Seu disco Mr. Bad Guy e sua memorável parceria com a cantora lírica Monstserrat Caballé, no álbum Barcelona, ficou imortalizado na memória musical do século XX.
No dia 24 de novembro de 1991, um dia depois de ter assumido publicamente que estava com Aids, Freddie Mercury morreu em sua casa em Londres, de pneumonia. Ele foi cremado, e não há túmulo que os fãs possam visitar.
Em uma declaração pouco antes de morrer, Freddie dá a melhor definição de si mesmo: “Você é a última pessoa com quem falo...provavelmente vai ter a melhor entrevista, meu caro. Não quero mudar o mundo. O que mais me importa é a felicidade. Quando estou feliz, meu trabalho reflete. No final, os erros e as desculpas são minhas. No que me compete, que aproveitara vida, a alegria, a diversão, o máximo que puder, nos anos que ainda me restam. Pronto, já gravou? Agora use. Foi o mais perto que cheguei de me emocionar em uma entrevista”.
Em 1992, foi erguida uma estátua em sua homenagem em Montreux, na Suíça.

Em 1995, o Queen lançou Made In Heaven, um belíssimo e emocionante álbum gravado ainda com a participação de Freddie Mercury.

Freddie Mercury sempre será lembrado como um dos maiores vocalistas que o rock já conheceu, assim como um showman carismático e original. Com uma visão musical gigantesca, que levou o rock à um outro patamar, sempre inovando e levando suas apresentações aos estádios do mundo todo. Freddie Mercury não só deixou saudades, mas uma incrível bagagem musical inesquecível. Freddie obrigado pela sua diversidade e genialidade musical. Seu legado permanecerá eternamente vivo, assim como sua voz permanecerá tocando nossos corações.

Meu pai kkkkkkk,vlw por lembrar dele,eu tinha até esquecido
ResponderExcluir